Economia

Dólar volta a ultrapassar R$ 5,60 e fecha no maior valor em três meses

Num dia de tensões no mercado financeiro, a bolsa caiu e o dólar voltou a ultrapassar os R$ 5,60, fechando no maior nível em três meses. O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (26) vendido a R$ 5,612, com alta de R$ 0,084 (+1,52%). A cotação está no valor mais alto desde 20 de maio, quando tinha fechado em R$ 5,69.

Dólar ultrapassa R$ 5,60 e fecha no maior valor em três meses

A manutenção do veto ao reajuste para parte dos servidores públicos não aliviou as pressões no mercado financeiro. O dólar ultrapassou a barreira de R$ 5,60 e fechou no maior nível em três meses. A bolsa de valores oscilou bastante, até fechar perto da estabilidade.

O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (21/8) vendido a R$ 5,607, com alta de R$ 0,053 (+0,95%). Esse é o maior valor desde 20 de maio, quando a cotação estava em R$ 5,69. Com valorização de 3,31% na semana, a divisa acumula alta de 7,44% em agosto e de 39,72% em 2020.

Dólar fecha no maior valor em 20 dias após queda nos juros

A redução dos juros básicos para o menor nível da história e divulgação de dados de emprego no Brasil e nos Estados Unidos fizeram o dólar fechar no maior valor em 20 dias. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (6/8) vendido a R$ 5,343, com alta de R$ 0,049 (+0,93%). A cotação está no maior valor desde 17 de julho, quando tinha fechado em R$ 5,382.

No mercado de ações, o dia foi marcado por ganhos. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira) subiu 1,57% e encerrou aos 104.126 pontos, influenciado pela divulgação de lucros de empresas menos afetadas pela pandemia que o inicialmente previsto. A queda na taxa Selic também contribuiu para a alta na bolsa.

Captação da poupança bate recorde para meses de julho

Aplicação financeira mais tradicional dos brasileiros, a caderneta de poupança voltou a atrair o interesse dos brasileiros em meio à pandemia provocada pelo novo coronavírus (covid-19). No mês passado, os investidores depositaram R$ 27,14 bilhões a mais do que retiraram da aplicação, informou nesta quinta-feira (6/8) o Banco Central. Em julho do ano passado, os brasileiros tinham sacado R$ 1,61 bilhão a mais do que tinham depositado.

O resultado de julho é o maior já registrado para o mês desde o início da série histórica, em 1995. Com o resultado do mês passado, a poupança acumula entrada líquida de R$ 111,58 bilhões nos sete primeiros meses do ano.

Copom reduz juros básicos da economia para 2% ao ano

Em meio à crise econômica decorrente da pandemia do novo coronavírus, o Banco Central (BC) diminuiu os juros básicos da economia pela nona vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic para 2% ao ano, com corte de 0,25 ponto percentual. A decisão era esperada pelos analistas financeiros.

Em nota, o Copom informou não descartar futuros ajustes nos juros básicos, mas ressaltou que as próximas mudanças, caso ocorram, serão graduais dependerão da situação das contas públicas. "O Copom entende que a conjuntura econômica continua a prescrever estímulo monetário extraordinariamente elevado [juros excepcionalmente baixos], mas reconhece que, devido a questões prudenciais e de estabilidade financeira, o espaço remanescente para utilização da política monetária, se houver, deve ser pequeno", destacou o comunicado.

Dólar ultrapassa R$ 5,30 e fecha no maior valor em duas semanas

Num dia de ajustes no mercado internacional e de expectativas em relação a um novo corte da taxa Selic, o dólar voltou a ultrapassar a barreira de R$ 5,30 e fechou no maior nível em duas semanas. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (3/8) vendido a R$ 5,314, com alta de R$ 0,096 (+1,83%).

A cotação está no maior nível desde 20 de julho, quando tinha encerrado em R$ 5,342. A divisa acumula alta de 32,43% em 2020.

Bolsa se recupera e fecha no maior nível em quatro meses

Em um dia marcado pela volatilidade, a bolsa de valores recuperou-se da queda de ontem (13/7) e fechou no maior nível em quatro meses. O dólar chegou a subir para R$ 5,45, mas reverteu o movimento durante a tarde e fechou o dia em queda.

O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), fechou aos 100.440 pontos, com alta de 1,77%. O indicador está no nível mais alto desde 5 de março, quando tinha encerrado aos 102.233 pontos.

Bolsa fecha acima de 100 mil pontos por primeira vez em quatro meses

Pela primeira vez em quatro meses, a bolsa de valores fechou acima dos 100 mil pontos. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), subiu 0,88% e fechou esta sexta-feira (10/7) aos 100.031 pontos.

O indicador alcançou o nível mais alto desde 6 de março, cinco dias antes de a Organização Mundial da Saúde decretar a pandemia de covid-19, quando tinha fechado aos 102 mil pontos. O Ibovespa seguiu a bolsa norte-americana. O índice Dow Jones, da bolsa de Nova York, encerrou esta quarta com alta de 1,44%.

Bolsa encosta em 100 mil pontos e fecha no maior nível em quatro meses

A bolsa de valores aproximou-se dos 100 mil pontos e encerrou esta quarta-feira (8/7) no maior nível em quatro meses. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), subiu 2,05% e fechou o dia aos 99.770 pontos.

O indicador alcançou o nível mais alto desde 6 de março, cinco dias antes de a Organização Mundial da Saúde decretar a pandemia de covid-19, quando tinha fechado aos 102 mil pontos. O Ibovespa seguiu a bolsa norte-americana. O índice Dow Jones, da bolsa de Nova York, encerrou esta quarta com alta de 0,68%.

Copom reduz taxa Selic para 2,25% ao ano

O Banco Central (BC) diminuiu, pela oitava vez consecutiva, os juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic para 2,25% ao ano, com corte de 0,75 ponto percentual.

A decisão era esperada por analistas financeiros. Segundo a pesquisa Focus do BC dessa semana, a maior parte dos agentes econômicos aguardava uma redução dos juros básicos para o patamar de 2,25%.

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