Economia

Bolsa sobe 7,1%, e dólar cai para R$ 4,64 em dia de recuperação

Depois de um dia de perdas históricas e pânico global, a Bolsa de Valores recuperou parte das perdas, e o dólar teve a maior queda diária em seis meses. O dólar comercial encerrou esta terça-feira (10/3) vendido a R$ 4,646, com recuo de R$ 0,08 (-1,69%). Em termos percentuais, foi a maior queda diária desde 4 de setembro do ano passado, quando a divisa tinha caído 1,79%.

Dólar tem primeira queda depois de 12 dias de alta

Pela primeira vez depois de 12 sessões seguidas de alta, o dólar caiu com a ajuda do Banco Central (BC), que interveio no câmbio. Influenciada pelo exterior, a bolsa de valores teve mais uma forte queda e fechou abaixo de 100 mil pontos pela primeira vez desde o fim de agosto.

Dólar encosta em R$ 4,60 e volta a bater recorde em dia tenso

Num dia tenso no mercado financeiro, o dólar subiu e voltou a bater recorde nominal desde a criação do real. Nem a intervenção do Banco Central e as notícias vindas do exterior conseguiram segurar a cotação.

Em alta pela 11ª sessão seguida, o dólar comercial encerrou esta quarta-feira (4/3) vendido a R$ 4,58, com alta de R$ 0,07 (+1,55%). A divisa chegou a operar em queda nos primeiros minutos de negociação, mas disparou a partir das 10h30, até fechar próxima da máxima do dia.

Dólar fecha acima de R$ 4,50 pela primeira vez na história

Em meio ao receio de uma recessão global provocada pelo novo coronavírus, o dólar subiu e voltou a bater recorde nominal desde a criação do real. Nem o corte emergencial dos juros pelo Federal Reserve (Fed), Banco Central norte-americano, conteve as turbulências no mercado.

Em alta pela décima sessão seguida, o dólar comercial encerrou esta terça-feira (3/3) vendido a R$ 4,511, com alta de R$ 0,024 (+0,53%). A cotação oscilou bastante ao longo da sessão. Por volta das 13h, caiu para R$ 4,45, logo após o Fed anunciar o corte de juros. No entanto, voltou a subir à tarde, até fechar perto da máxima do dia.

Dólar fecha próximo da estabilidade, mas volta a bater recorde

Em meio ao receio de uma recessão global provocada pelo novo coronavírus, o dólar subiu e voltou a bater recorde nominal desde a criação do real. O euro superou a barreira de R$ 5 pela primeira vez, mas recuou no fim do dia. A bolsa, no entanto, continua a recuperar-se e subiu pela segunda sessão seguida.

Em alta pela nona sessão seguida, o dólar comercial encerrou esta segunda-feira (2/3) a R$ 4,487, com alta de R$ 0,006 (+0,13%). A cotação oscilou bastante ao longo da sessão. Na máxima do dia, por volta das 11h50, a cotação chegou a R$ 4,502. A divisa chegou a cair para R$ 4,475 durante boa parte da tarde, mas voltou a superar os R$ 4,48 na última hora de negociação.

Dólar volta a bater recorde, mas bolsa recupera-se e sobe

Em mais um dia marcado pelo receio de uma recessão global provocada pelo novo coronavírus, a instabilidade diminuiu. O dólar voltou a subir e a bater recorde nominal desde a criação do real, mas a bolsa interrompeu a sequência de quedas.

Em alta pela oitava sessão seguida, o dólar comercial encerrou esta sexta-feira (28/2) a R$ 4,481, com alta de R$ 0,006 (+0,13%). A cotação oscilou bastante ao longo da sessão. Na máxima do dia, por volta das 13h, a cotação chegou a R$ 4,513. A divisa desacelerou na hora final de negociação, até fechar próxima da estabilidade.

Dólar aproxima-se de R$ 4,48, e bolsa cai 2,56% com coronavírus

Em mais um dia de tensão por causa do impacto do novo coronavírus sobre a economia, o mercado financeiro voltou a registrar turbulências. Em alta pela sétima sessão seguida, o dólar voltou a fechar no maior valor nominal desde a criação do real. Nesta quinta-feira (27/2), o dólar comercial encerrou a sessão vendido a R$ 4,475, com alta de R$ 0,031 (+0,7%). Depois de registrar a maior queda diária em quase três anos, a bolsa voltou a cair.

Dólar aproxima-se de R$ 4,45, e bolsa cai 7% com coronavírus

Os receios quanto ao impacto do novo coronavírus sobre a economia mundial afetaram fortemente o mercado financeiro no retorno do carnaval. Em alta pela sexta sessão seguida, o dólar voltou a fechar no maior valor nominal desde a criação do real. Nesta quarta-feira (26/2), o dólar comercial encerrou a sessão vendido a R$ 4,444, com alta de R$ 0,051 (+1,16%). A bolsa de valores caiu 7%, a maior queda diária em quase três anos.

Indicadores apontam economia do Paraná em ascendência

Entre janeiro e dezembro de 2019, o Paraná acelerou o ritmo da produção industrial, esteve entre os maiores geradores de emprego do País e manteve curvas ascendentes na agricultura e no comércio. Esse é o resumo dos principais indicadores econômicos do Estado no ano passado. Eles mostram desempenho acima da expectativa em todos os setores e recuperação que ajudou a impulsionar a evolução do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

Inflação oficial fica em 0,21% em janeiro, diz IBGE

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, ficou em 0,21% em janeiro deste ano. Essa é a menor taxa para o mês desde o início do Plano Real, em 1994. A taxa é inferior ao 1,15% de dezembro e ao 0,32% de janeiro de 2019. O IPCA acumula taxa de 4,19% em 12 meses, abaixo dos 4,31% registrados nos 12 meses anteriores. Os dados foram divulgados ontem (7/2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

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